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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Amor Proibido



A brasa  meu corpo queima e ainda nem sei o que fazer.
Se eu fujo, se me escondo, não sinto...
E tento esconder o fogo que queima meu corpo
Tão louco, prazer...

Oculto e raro, ainda não claro pra mim.
De fato, relato acima, não deve existir;
Mas a força que vem, vem de dentro, sem fim.

Meu Deus, o que faço agora, senhor? 
Meu corpo implora-me: amor...
Essa coisa tão rara e tão proibida
Inverna em mim, já faz tempo.
E o hoje, com o vento, 
atormenta minha vida assim.

Talvez, algum dia me esqueça e saia do corpo,
Que é corpo em mim.
Apaga esse fogo, que é louco,
No tempo errado do tempo,
Ainda contra o sentimento
Que não pode existir.


Essa poesia faz parte da coletânea Confissões da editora Darda
lançada agora em julho da qual tive o prazer em participar.

Rosana Souza Escritora

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